Acompanhamento da amamentação, da produção e da extração para mulheres que passaram por cirurgia mamária, com a Dra. Marcela Arruda no Rio de Janeiro.
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Amamentar após cirurgia de mama é possível em muitos casos, e o resultado varia conforme o tipo de cirurgia e a técnica usada. A Dra. Marcela Arruda, médica cirurgiã e consultora de amamentação no Rio de Janeiro, acompanha a produção, a extração e o uso da bomba, com complemento quando necessário e sem culpa.
A Dra. Marcela explica que qualquer cirurgia na mama, inclusive a colocação de prótese, pode trazer mais dificuldade para amamentar, e que quanto maior a cirurgia, maior o risco.
Ainda assim, ela reforça que isso “não é uma sentença”: com acompanhamento de perto, amamentar é possível. Ela acompanha pacientes que fizeram cirurgia para levantar a mama e que amamentam bem.
Relato da Dra. Marcela Arruda no episódio 8 do podcast Conta Pra Mim, Mãe.
Muitas mulheres passam por cirurgias mamárias antes de engravidar: colocação de implante, retirada de nódulo, cirurgias que mudam o volume ou a forma da mama, entre outras. Quando chega a gestação, é comum surgir a dúvida sobre a amamentação, quase sempre acompanhada de respostas categóricas demais, nos dois sentidos. Esta página é para você se:
Não é impossível, e também não é garantido. O que existe são fatores concretos que influenciam a produção de leite e o reflexo de ejeção, que é a descida do leite durante a mamada ou a extração.
O tipo de cirurgia. Na colocação de implante, o tecido glandular costuma ser preservado, e a interferência tende a ser menor, variando com a via de acesso. Nas cirurgias que retiram tecido glandular, e o impacto depende da técnica e de quanto foi removido. Na retirada de nódulo, a extensão e a localização da área operada fazem diferença.
A localização das incisões. Cirurgias que preservam a região central do peito tendem a interferir menos, porque é ali que passam os ductos e os nervos ligados ao reflexo de ejeção.
O tempo desde a cirurgia. Cirurgias mais antigas costumam ter menos impacto, porque o tecido teve tempo de se reorganizar.
A amamentação em si. Pega, frequência das mamadas e esvaziamento eficiente continuam sendo os fatores que mais estimulam a produção, com ou sem cirurgia prévia.
A Dra. Marcela Arruda é cirurgiã geral e cirurgiã oncológica. Essa formação ajuda a ler o relatório cirúrgico, a entender como o tecido foi abordado e a relacionar a técnica descrita com o que se observa na amamentação. É uma leitura que complementa, e não substitui, a orientação do cirurgião que fez o seu procedimento.
Por isso, um dos primeiros passos é recuperar o relatório da cirurgia, que descreve a técnica usada. Com ele em mãos, a avaliação fica mais precisa, e o plano de acompanhamento pode ser montado de forma individual.
Antes do parto. Uma avaliação ainda na gestação permite conhecer o histórico, examinar as mamas e montar um plano para os primeiros dias, que é quando as decisões pesam mais. Veja a página sobre a consultoria no pré-natal.
Nos primeiros dias. O acompanhamento observa a pega, a frequência das mamadas e os sinais de que o bebê está recebendo leite, como o número de fraldas molhadas e o ganho de peso na avaliação pediátrica. A visita em casa pela consultoria a domicílio costuma ajudar nessa fase.
O uso da bomba. Quando a produção precisa de estímulo extra, a bomba de leite entra como aliada. A Dra. Marcela orienta a escolha do aparelho, o tamanho da flange em cada lado, a intensidade, a frequência das extrações e a técnica de compressão da mama. Em mamas operadas, os dois lados podem responder de forma diferente, e o plano considera essa diferença. Leia mais sobre bomba de leite e sobre como aumentar a produção de leite.
O complemento, quando necessário. Se a produção não cobrir toda a necessidade do bebê, o complemento é indicado em conjunto com o pediatra, e a amamentação pode continuar ao lado dele.
Vale dizer com clareza: mesmo quando a produção não cobre toda a necessidade do bebê, a amamentação parcial tem valor e pode ser mantida pelo tempo que fizer sentido para você. O objetivo do acompanhamento não é atingir um número, e sim permitir que você amamente da forma possível, com informação e tranquilidade.
Algumas mulheres que passaram por cirurgia mamária amamentam de forma exclusiva. Outras amamentam com complemento. Outras decidem, com segurança, seguir por outro caminho. Todas essas decisões merecem respeito, e a consultoria existe para apoiar a sua escolha, e não para cobrar um resultado.
A consulta pode ser feita pela consultoria online ou na sua casa, no Rio de Janeiro. Começa pela história da cirurgia, da gestação e da amamentação até aqui, segue com a observação da mamada ou da ordenha e termina com um plano por escrito: frequência de mamadas e extrações, ajustes da bomba, sinais para observar e o momento de rever o plano. Para conhecer todos os temas, veja a página da consultoria de amamentação.
Em muitos casos, sim, de forma exclusiva ou parcial. O resultado depende da técnica usada, de quanto tecido glandular foi retirado e do tempo desde a cirurgia. O acompanhamento desde os primeiros dias ajuda a avaliar a produção de perto.
Na colocação de implante, o tecido glandular costuma ser preservado, e a interferência tende a ser menor. A via de acesso usada na cirurgia influencia, por isso vale conhecer o relatório cirúrgico.
Sim. A bomba pode ajudar a estimular a produção, desde que o tamanho da flange, a intensidade e a frequência estejam ajustados ao seu caso. Dor durante a extração é sinal de que algo precisa ser revisto.
Os principais indicadores são o ganho de peso nas consultas pediátricas e o número de fraldas molhadas. A sensação de mama vazia, sozinha, não indica produção baixa.
Ajuda bastante. O relatório descreve a técnica usada e permite entender melhor como o tecido foi abordado. Se você não tiver, vale pedir ao cirurgião ou ao hospital onde operou.
Sim. A amamentação parcial tem valor e pode ser mantida ao lado do complemento indicado pelo pediatra, pelo tempo que fizer sentido para você.
Conte pelo WhatsApp qual cirurgia você fez, há quanto tempo e em que momento da gestação ou da amamentação você está. A Dra. Marcela responde com os horários para a consultoria online ou na sua casa, no Rio de Janeiro.
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