Quando uma pinta, sinal, cisto ou nódulo merece avaliação e como é a retirada com análise do material, com a Dra. Marcela Arruda, cirurgiã geral no Rio de Janeiro.
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Pintas, sinais, cistos e nódulos de pele podem ser retirados por uma pequena cirurgia, a exérese, quase sempre com anestesia local. Quando indicado, o material é enviado para análise ao microscópio. No Rio de Janeiro, a Dra. Marcela Arruda, cirurgiã geral e cirurgiã oncológica, faz a retirada e trabalha em conjunto com o dermatologista quando o caso pede.
Chamamos de lesão de pele qualquer alteração que aparece na pele ou logo abaixo dela. As mais comuns são:
A retirada pode ter dois objetivos: tirar uma lesão que incomoda e, quando há dúvida, obter o material para confirmar o diagnóstico.
A maioria das pintas é benigna, mas algumas mudanças pedem avaliação sem demora:
Nenhum desses sinais é, sozinho, um diagnóstico. Eles indicam que a lesão precisa ser examinada por um médico. O acompanhamento das pintas ao longo do tempo é feito pelo dermatologista; quando há indicação de retirada cirúrgica, a cirurgia entra em cena.
Os dois têm papéis que se completam. O dermatologista é o médico que acompanha a pele, examina as pintas com instrumentos próprios e decide, muitas vezes, quais precisam sair. O cirurgião geral faz a retirada cirúrgica, principalmente de lesões maiores, mais profundas, em locais que exigem planejamento do fechamento, ou de cistos e nódulos sob a pele.
A Dra. Marcela Arruda não substitui o acompanhamento dermatológico. Quando você chega encaminhado pelo dermatologista, a retirada segue a indicação dele; quando chega diretamente, ela avalia a lesão e orienta a consulta com o dermatologista se o caso pedir.
A técnica é a exérese com margem: a lesão é retirada inteira, junto com uma pequena faixa de pele normal em volta. Essa margem serve para que o material chegue completo à análise. As etapas são:
Na maioria dos casos, o procedimento é curto e você vai para casa no mesmo dia. O resultado da análise é discutido no retorno.
Como o corte em fuso precisa ser mais comprido que a lesão para fechar sem dobras, a cicatriz costuma ser uma linha fina um pouco maior que a pinta retirada. O aspecto final depende do local, do tipo de pele e dos cuidados: evitar esforço que estique a região, seguir as orientações do curativo e proteger a cicatriz do sol por alguns meses.
| Período | O que esperar |
|---|---|
| Primeiros dias | Curativo no local e desconforto leve. A maioria das atividades do dia a dia é retomada logo. |
| Primeira semana | Cuidados com o curativo e com a higiene do local. Evitar esforço que estique a região. |
| Segunda semana | Retirada dos pontos, em geral entre 7 e 14 dias, conforme a região do corpo. Resultado da análise, quando enviada. |
| Primeiro mês | Retorno gradual a exercícios. Proteção solar sobre a cicatriz. |
São faixas típicas: a recuperação varia de caso a caso; a orientação final é dada na consulta.
A retirada de lesões de pele é feita em atendimento particular, com parcelamento em até 12 vezes no cartão de crédito, conforme a conversa com cada paciente. O orçamento é enviado pelo WhatsApp depois da avaliação. Entenda a cirurgia particular parcelada e conheça as demais cirurgias da cirurgia geral.
Não. A maioria das pintas é benigna e pode ser apenas acompanhada. A retirada é indicada quando há mudança, dúvida no diagnóstico ou incômodo.
Quando indicado, sim. Pintas e lesões com qualquer dúvida no diagnóstico seguem para exame anatomopatológico.
A anestesia local causa uma picada rápida. Durante o procedimento você sente apenas toque e pressão, e o desconforto depois costuma ser leve.
Em muitos casos, sim, conforme o número, o tamanho e o local das lesões. Isso é definido na avaliação.
Não é obrigatório. Se você já acompanha com dermatologista, a retirada segue a indicação dele; se não acompanha, a Dra. Marcela orienta essa consulta quando o caso pede.
Se uma pinta, sinal ou nódulo mudou ou incomoda, converse com a equipe da Dra. Marcela Arruda para agendar a avaliação no Rio de Janeiro.
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