Correção de hérnia por videolaparoscopia, com pequenos cortes e colocação de tela, feita pela Dra. Marcela Arruda, cirurgiã geral no Rio de Janeiro.
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A cirurgia de hérnia por vídeo, ou videolaparoscopia, corrige a hérnia por três pequenos cortes, com uma câmera e pinças finas, e reforça a parede do abdome com uma tela. A Dra. Marcela Arruda, cirurgiã geral no Rio de Janeiro, indica a técnica por vídeo depois de examinar cada paciente, sobretudo na hérnia inguinal bilateral ou que voltou.
Hérnia é a saída de uma parte do conteúdo do abdome, em geral gordura ou um trecho do intestino, por um ponto fraco da parede abdominal. Por fora, ela aparece como um caroço ou abaulamento que surge ao fazer força, tossir ou ficar de pé, e que muitas vezes some quando a pessoa se deita.
A cirurgia de hérnia por vídeo é uma forma de corrigir esse ponto fraco sem abrir um corte grande na pele. Em vez disso, a cirurgiã faz pequenas incisões, de poucos milímetros a cerca de um centímetro, por onde entram uma câmera e instrumentos delicados. A imagem aparece ampliada em um monitor, o que permite enxergar a região da hérnia por dentro, devolver o conteúdo ao lugar e fixar uma tela que reforça a parede.
O nome técnico é videolaparoscopia. Na hérnia inguinal, as duas formas mais usadas da técnica por vídeo são a transabdominal pré-peritoneal (TAPP) e a totalmente extraperitoneal (TEP), nomes que descrevem o caminho por onde a tela é colocada: por dentro da cavidade abdominal ou pelo espaço entre os músculos, sem entrar na cavidade. A escolha entre elas é feita pela cirurgiã de acordo com o caso.
A técnica por vídeo tem papel bem estabelecido na hérnia inguinal, aquela que aparece na virilha. Ela é especialmente útil em três situações:
Em casos selecionados, a videolaparoscopia também pode ser usada na hérnia umbilical e na hérnia incisional, aquela que surge na cicatriz de uma cirurgia anterior. A decisão depende do tamanho da hérnia, da espessura da parede do abdome, de cirurgias prévias e do estado de saúde de cada pessoa.
Há um sinal que pede atendimento imediato: o caroço que fica duro, muito dolorido, não volta mais para dentro e vem acompanhado de náusea, vômito, barriga inchada ou parada de eliminação de gases. Isso pode indicar encarceramento ou estrangulamento da hérnia, situação de urgência que deve ser avaliada em um pronto-socorro.
A hérnia não fecha sozinha. Cinta e repouso podem aliviar o desconforto, mas não corrigem o ponto fraco da parede. Por isso, a cirurgia costuma ser indicada quando a hérnia causa sintomas, cresce ou atrapalha a rotina. Em hérnias pequenas e sem sintomas, em algumas pessoas, a observação com consultas periódicas pode ser uma opção conversada na avaliação.
A Dra. Marcela Arruda realiza as duas técnicas, aberta e por vídeo, e a escolha é feita junto com você. A técnica aberta com tela pode ser a opção mais adequada quando:
Nenhuma técnica é a resposta para todos. O que define a indicação é a combinação entre o tipo de hérnia, o histórico de saúde e a rotina de cada paciente. Para entender o lugar da hérnia entre as demais cirurgias que ela realiza, veja a página de cirurgia geral.
A videolaparoscopia é feita, em regra, com anestesia geral, conduzida pelo médico anestesista. Na consulta pré-operatória, são avaliados os exames e as condições de saúde que orientam a escolha anestésica.
São feitas, em geral, três incisões pequenas: uma próxima ao umbigo, por onde entra a câmera, e duas laterais para as pinças. O abdome ou o espaço entre os músculos é preenchido com gás carbônico para criar espaço de trabalho.
A cirurgiã devolve o conteúdo da hérnia ao lugar e posiciona uma tela por trás da parede, cobrindo toda a região de fraqueza. Com o tempo, o próprio organismo forma tecido ao redor da tela, que passa a funcionar como um reforço permanente.
O tempo de cirurgia varia com o tipo de hérnia e se ela é de um ou dos dois lados. Na maioria dos casos de hérnia inguinal, a alta acontece no mesmo dia ou no dia seguinte, conforme a evolução.
As cirurgias são realizadas em hospitais do Rio de Janeiro onde a Dra. Marcela Arruda opera, entre eles a Rede D’Or e o Hospital São Francisco de Assis. Veja mais em onde opero.
Essas vantagens dependem da indicação correta. A técnica por vídeo exige anestesia geral e tem custo hospitalar próprio, pontos discutidos de forma clara na consulta.
| Período | O que é esperado |
|---|---|
| Primeiros dias | Dor leve a moderada nos cortes, controlada com analgésicos. Caminhar dentro de casa desde o primeiro dia. Possível desconforto no ombro pelo gás usado na cirurgia, que passa em poucos dias. |
| Primeira semana | Atividades leves e trabalho sentado, para muitas pessoas, a partir do terceiro ao sétimo dia. Banho normal, com cuidado com os curativos. Sem pegar peso. |
| Segunda semana | Retorno gradual à rotina. Dirigir, em geral, quando já é possível frear com firmeza e virar o tronco sem dor. Consulta de revisão. |
| Primeiro mês | Liberação progressiva para exercícios e esforço físico. Pegar peso e treinar abdome costumam ficar para depois de três a quatro semanas, conforme a orientação. |
Os prazos acima são faixas típicas e variam de caso a caso; a orientação final é dada na consulta.
Pesos leves do dia a dia, como uma sacola pequena, costumam ser liberados nas primeiras semanas. Carga maior, academia e esforço intenso ficam, em geral, para depois de três a quatro semanas, quando a tela já está mais integrada à parede.
Quem trabalha sentado costuma voltar entre três e sete dias. Funções com esforço físico pedem um afastamento maior, definido conforme a atividade.
A posição de barriga para cima, com um travesseiro sob os joelhos, alivia a tensão na parede do abdome. Para levantar, vire de lado primeiro e use os braços como apoio. Dormir de lado costuma ser confortável depois dos primeiros dias.
O atendimento cirúrgico da Dra. Marcela Arruda é particular. Depois da avaliação, o orçamento é enviado pelo WhatsApp, e o pagamento pode ser parcelado em até 12 vezes no cartão de crédito, conforme a conversa com cada paciente. Saiba como funciona em cirurgia particular parcelada.
É uma cirurgia comum e com técnica bem estabelecida. Como todo procedimento com anestesia, tem riscos, como sangramento, infecção, acúmulo de líquido no local e retorno da hérnia, que são explicados na consulta e reduzidos com uma avaliação cuidadosa antes da cirurgia.
É uma malha fina e flexível, feita de material sintético usado há décadas em cirurgia. Ela é posicionada por trás da parede do abdome e, com o tempo, fica incorporada ao tecido, funcionando como um reforço. Não aparece por fora e não costuma ser percebida no dia a dia.
Há a cirurgia aberta com tela, feita por um corte na virilha, e a cirurgia por vídeo, feita por pequenos cortes no abdome. A Dra. Marcela Arruda realiza as duas e explica, na consulta, qual se ajusta ao seu caso.
Sim. Na hérnia inguinal bilateral, a técnica por vídeo permite corrigir os dois lados pelos mesmos cortes, em um único procedimento.
O repouso absoluto não é necessário. Caminhar faz parte da recuperação desde o primeiro dia. O afastamento do trabalho costuma ficar entre três e sete dias para atividades sentadas, e varia de caso a caso; a orientação final é dada na consulta.
Deixa pequenas cicatrizes nos pontos onde entram a câmera e as pinças, uma delas próxima ao umbigo. Elas tendem a ficar discretas com o tempo.
A cinta pode aliviar o desconforto em algumas situações, mas não fecha a hérnia. Ela não substitui a avaliação cirúrgica.
A hérnia que surge no corte de uma cirurgia anterior é chamada de hérnia incisional. Em casos selecionados, ela pode ser corrigida por vídeo. Leia mais em hérnia incisional e em cirurgia de vesícula por vídeo.
Se você notou um caroço na virilha, no umbigo ou sobre uma cicatriz, uma avaliação esclarece o tipo de hérnia e a técnica indicada. A Dra. Marcela Arruda atende no Rio de Janeiro.
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