Avaliação e correção da hérnia na virilha com tela, por técnica aberta ou por vídeo, com a Dra. Marcela Arruda, cirurgiã geral no Rio de Janeiro.
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A cirurgia de hérnia inguinal corrige o ponto fraco da virilha por onde sai parte do conteúdo do abdome, reforçando a região com uma tela. A Dra. Marcela Arruda, cirurgiã geral no Rio de Janeiro, realiza a técnica aberta e a técnica por vídeo, e escolhe com você a que se ajusta ao seu caso.
A virilha é uma região naturalmente mais frágil da parede do abdome, porque é por ali que passam estruturas que vão do abdome para a coxa e, nos homens, para o testículo. Quando essa parede cede, parte do conteúdo abdominal, em geral gordura ou uma alça do intestino, empurra a parede para fora e forma um volume: é a hérnia inguinal.
Ela é mais frequente em homens, mas também aparece em mulheres. Pode surgir de um lado só ou dos dois lados ao mesmo tempo, e tende a aumentar com o passar do tempo. Esforço físico repetido, tosse crônica, prisão de ventre, excesso de peso e dificuldade para urinar são fatores que aumentam a pressão dentro do abdome e favorecem o aparecimento.
Algumas hérnias causam pouco ou nenhum incômodo e são percebidas apenas no banho ou em um exame de rotina. O diagnóstico é feito, na maioria das vezes, pelo exame físico na consulta. A ultrassonografia pode ser pedida quando há dúvida.
A cirurgia de hérnia inguinal é um dos procedimentos mais frequentes da cirurgia geral e tem técnica bem estabelecida. Como toda cirurgia, tem riscos, que são explicados na consulta e reduzidos com uma boa avaliação pré-operatória.
O risco que mais preocupa está na hérnia não tratada. Em algumas situações, o conteúdo que saiu fica preso e não volta mais para dentro: é o encarceramento. Se a passagem de sangue para esse conteúdo é interrompida, ocorre o estrangulamento, que pode comprometer a alça do intestino.
Procure um pronto-socorro se o caroço da virilha ficar duro, muito dolorido, avermelhado e não voltar ao deitar, principalmente se houver náusea, vômito, barriga inchada ou parada de eliminação de gases e fezes. Essa é uma situação de urgência.
A hérnia inguinal não fecha sozinha. A cirurgia costuma ser indicada quando a hérnia causa dor, desconforto, cresce, limita o trabalho ou a atividade física. Operar de forma programada, com exames feitos e sem pressa, é diferente de operar em urgência, quando a hérnia já encarcerou.
Em homens com hérnia pequena e sem sintomas, a observação com consultas periódicas pode ser uma alternativa, conversada caso a caso. Em mulheres, a indicação de cirurgia tende a ser mais precoce, pela possibilidade de outros tipos de hérnia na mesma região.
A cinta pode aliviar o incômodo em quem aguarda a cirurgia, mas não corrige a hérnia e não substitui a avaliação.
A Dra. Marcela Arruda realiza as duas técnicas usadas hoje na correção da hérnia inguinal. As duas usam tela.
Feita por um corte de alguns centímetros na virilha, logo acima da dobra. A cirurgiã devolve o conteúdo ao lugar e fixa uma tela sobre a região de fraqueza, técnica conhecida como Lichtenstein. Pode ser feita com anestesia raquidiana ou local com sedação, o que a torna uma boa opção para quem tem restrição à anestesia geral.
Feita por três pequenos cortes no abdome, com câmera e pinças finas, sob anestesia geral. A tela é posicionada por dentro da parede. É útil na hérnia bilateral e na hérnia que voltou após uma cirurgia aberta.
Ler sobre a cirurgia por vídeoA escolha considera se a hérnia é de um ou dos dois lados, se é a primeira cirurgia ou uma hérnia que voltou, o tamanho do volume, cirurgias anteriores no abdome, a condição para receber anestesia geral e a rotina de trabalho de cada paciente. Não existe técnica certa para todos: existe a técnica indicada para cada caso, decidida em conjunto na consulta.
A tela é uma malha fina, leve e flexível, de material sintético usado em cirurgia há muitos anos. Ela não fica exposta e não é sentida por fora. Depois de colocada, o próprio organismo forma tecido ao seu redor, e ela passa a fazer parte da parede, como um reforço. O uso da tela reduz a chance de a hérnia voltar, em comparação com a correção apenas com pontos.
| Período | O que é esperado |
|---|---|
| Primeiros dias | Dor leve a moderada na virilha, controlada com analgésicos. Caminhar em casa desde o primeiro dia. Pode haver inchaço e uma área arroxeada no local, que regridem. |
| Primeira semana | Atividades leves e trabalho sentado, para muitas pessoas, entre o terceiro e o sétimo dia na técnica por vídeo, e um pouco depois na técnica aberta. Sem pegar peso. |
| Segunda semana | Retorno gradual à rotina e consulta de revisão. Dirigir quando já é possível frear com firmeza sem dor. |
| Primeiro mês | Liberação progressiva para exercícios. Pegar peso e treinar costumam ficar para depois de três a quatro semanas, às vezes um pouco mais na técnica aberta. |
Os prazos acima são faixas típicas e variam de caso a caso; a orientação final é dada na consulta.
Repouso na cama não é necessário. Caminhar desde o primeiro dia ajuda a circulação e a recuperação. O afastamento do trabalho costuma ficar entre uma e duas semanas para atividades sentadas, e é maior em funções com esforço físico.
De barriga para cima, com um travesseiro sob os joelhos, a tensão na virilha diminui. Para levantar, vire de lado e apoie-se nos braços. Dormir de lado, sobre o lado não operado, costuma ser possível depois dos primeiros dias.
A cirurgia de hérnia inguinal com a Dra. Marcela Arruda é particular. O orçamento é enviado pelo WhatsApp depois da avaliação, já que depende da técnica, do hospital e do tempo de internação, e o pagamento pode ser parcelado em até 12 vezes no cartão de crédito, conforme a conversa com cada paciente. Veja em cirurgia particular parcelada. Para as demais cirurgias que ela realiza, consulte a página de cirurgia geral.
O valor depende da técnica, aberta ou por vídeo, de a hérnia ser de um ou dos dois lados, do hospital e do tempo de internação. Por isso, o orçamento é feito depois da avaliação e enviado pelo WhatsApp, com possibilidade de parcelamento em até 12 vezes no cartão.
É uma cirurgia frequente e com técnica bem estabelecida. Os riscos, como sangramento, infecção, acúmulo de líquido, dor persistente na virilha e retorno da hérnia, existem em qualquer cirurgia e são explicados na consulta.
Pesos leves do dia a dia costumam ser liberados nas primeiras semanas. Carga maior e academia ficam, em geral, para depois de três a quatro semanas, e varia de caso a caso; a orientação final é dada na consulta.
Pode, embora a tela reduza essa chance. Seguir as orientações de esforço no primeiro mês, controlar a tosse e a prisão de ventre e manter o peso ajudam a proteger a correção.
Não necessariamente. O diagnóstico costuma ser feito pelo exame físico. A ultrassonografia é pedida quando há dúvida ou para avaliar o outro lado.
Sim. É menos frequente do que nos homens, mas acontece, e a avaliação tende a indicar a cirurgia mais cedo, porque há outros tipos de hérnia na mesma região que precisam ser diferenciados.
Em alguns casos, sim. A possibilidade é avaliada na consulta. Leia mais sobre a cirurgia de hérnia umbilical e sobre a hérnia incisional.
Um caroço na virilha merece avaliação, mesmo quando incomoda pouco. A Dra. Marcela Arruda examina, explica as opções e envia o orçamento pelo WhatsApp.
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